“O petróleo é nosso”

17/04/2019 às 07:14 hs

Lá pelos idos dos anos de 1960/70, a escola de samba Higienópolis de Catanduva propôs homenagear Monteiro Lobato e eu arrisquei a letra de um samba enredo. Um dos versos, num breque, o samba dizia: “Monteiro Lobato, petróleo jorrou de sua mente e histórias de carochinha..

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Fábricas de conhecimentos

10/04/2019 às 05:46 hs

Inspira-me essa matéria um artigo da Universidade de São Paulo, USP, que se inicia com a resposta do professor sênior Walter Colli de 79 anos, quando perguntado se dava aulas naquela instituição. “Não só dou aula (...) aqui é uma universidade de pesquisa”.

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Futurologia: o que será o amanhã?

03/04/2019 às 11:02 hs

Logia, igual a estudo, portanto, futurologia é o estudo do futuro. Mas como se pode estudar o futuro se ele ainda não existe? Collingwood nos ensinou que a história é o estudo do passado para melhor compreendermos o presente e termos uma visão do futuro.

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1º de abril: Até aqui o Laquicho vai bem

01/04/2019 às 09:23 hs

Consagrado como o dia da mentira o primeiro de abril nos traz à lembrança os causos de Liberato Leite de Farias, o Laquicho. Embora tenhamos que distinguir mentira de causos, as histórias de Laquicho às vezes foram confundidas com mentiras

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Harrison e a ditadura implantada em 1964

30/03/2019 às 15:13 hs

Se você procurar no Google por Harrison de Figueiredo vai encontrar como resposta que se trata de um conjunto habitacional da cidade de Dourados. Mas não fica explícito que Harrison foi um cidadão douradense, advogado, dedicado às causas sociais

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Livros

2010: O ANO QUE NÃO ACABOU PARA DOURADOS

A obra ora apresentada é uma coletânea de crônicas publicadas em diversos meios de comunicação no ano de 2010. Falam, sempre com elegância e fluidez, de nossas vidas, de acontecimentos e de possíveis eventos em nosso país, especialmente em nosso município.

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MEDIEVO PORTUGUES: O REI COMO FONTE DE JUSTIÇA NAS CRÔNICAS DE FERNÃO LOPES

Nossa preocupação, nesse trabalho, foi a de estudar o comportamento dos reis, no que concerne à aplicação da Justiça, baseados nas crônicas de Fernão Lopes.

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Crônicas: Educação, Cultura e Sociedade

O livro ora apresentado é um apanhado de 104 crônicas, algumas de 1978 e a maioria escrita a partir de 1995 até a presente data. O tema Educação compõe-se de 56 crônicas, outras 16 são relatos descrevendo fábulas ou estórias oriundas da cultura italiana, e os emas Cultura e Sociedade compreendem, cada um, 16 crônicas.

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Crônicas: globalização, neoliberalismo e política

Esta obra foi editada em 2011 pela Editora da UFGD e reune 99 crônicas escritas principalmente nos últimos quinze anos, versando sobre a globalização, o neoliberalismo e política

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[2009] EDIFICANDO A NOSSA CIDADE EDUCADORA

Esse trabalho tem três objetivos principais, cada qual contemplado em uma das três partes do livro, como se verá adiante. O primeiro é oferecer ao leitor algumas reflexões sobre temas que ocupam o nosso dia-a-dia; o segundo é divulgar os vinte princípios das Cidades Educadoras e, finalmente o terceiro, é tornar público o projeto que nos orienta na transformação de Dourados em uma Cidade Educadora e mostrar os primeiros passos para a operacionalização desse projeto.

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[1998] Até aqui o Laquicho vai bem: os causos de Liberato Leite de Farias

Ao refletir sobre a importância do contador de causos/narrador para a preservação da cultura, percebe-se que cada vez menos pessoas sabem como contar/narrar, com a devida competência, as experiências do cotidiano. Por quê? Para Walter Benjamin, as ações motivadoras das experiências humanas são as mais baixas e aterradoras possíveis em tempos de barbárie; as nossas experiências acabam parecendo pequenas ou insignificantes diante da miséria e da fragmentação humana, numa constatação que extrapola os espaços nacionais.

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[1991] O MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL: 1978 - 1988

Momentos de grandes mobilizações têm teito do professorado de Mato do Sul a vanguarda do movimento sindicalista deste Estado. Este fato motivou a realização deste trabalho, que teve como proposta inicial analisar criticamente o movimento reivindicatóno do magistério de Mato Grosso do Sul, na perspectiva de revelar-lhe, tanto quanto possível, o perlil de luta, ao longo de sua palpitante trajetória em busca de melhorias salariais, estabilidade empregatícia e melhoria da qualidade do ensino.

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