Literatura em pauta: censura geral e irrestrita

11/02/2017 às 06:55 hs

Já ensinou Emmanuel Marinho, que “poesia não compra sapato, mas como viver sem poesia”. Como viver sem literatura, seja ela técnica ou de outros variados gêneros?

Leia mais

O envenenamento de Dona Marisa Letícia

04/02/2017 às 16:27 hs

Difícil escrever uma crônica com a emoção tomando conta do autor, não foi fácil começa-la e não imagino o seu final. Isso porque a morte de Dona Marisa Letícia não foi uma morte natural, foi produto de sofrimento, de dor, de incapacidade para suportar por tanto tempo o volume de depreciações de que foi alvo e das imputações caluniosas de que foi vítima.

Leia mais

Uma escola, duas cadeias

28/01/2017 às 06:38 hs

Aquilo que costumo chamar de “forças vivas” de Dourados, as forças representativas dos vários segmentos sociais, têm ao longo de nossa história representado papéis importantes. Alguns exemplos: veio o curso de Agronomia, o estádio Fredis Saldivar (Douradão), a duplicação do prolongamento da Av. Marcelino Pires

Leia mais

Em cadeias ou condomínios, todos presos

21/01/2017 às 08:34 hs

As matanças ocorridas atualmente no sistema penitenciário brasileiro, que tende a espalhar-se pelas ruas, têm muito a ver com a fraqueza e incapacidade do governo Temer. É um absurdo que esse mesmo governo, capaz de reprimir manifestações em favor de ações sociais, capaz de prender quem defende o direito à moradia, não consiga refrear atos de extremada violência.

Leia mais

“Ele está de volta”

16/01/2017 às 17:30 hs

Incluído recentemente no catálogo Netflix, o filme “Ele está de volta”, é baseado no livro do mesmo nome do autor alemão Timur Vermes. Dirigido por David Wnedt , o filme mostra Adolfo Hitler acordando de um longo sono em 2011 e encontrando obviamente uma Alemanha bem diferente daquela que ele deixou em 1945.

Leia mais

Livros

2010: O ANO QUE NÃO ACABOU PARA DOURADOS

A obra ora apresentada é uma coletânea de crônicas publicadas em diversos meios de comunicação no ano de 2010. Falam, sempre com elegância e fluidez, de nossas vidas, de acontecimentos e de possíveis eventos em nosso país, especialmente em nosso município.

Ver

MEDIEVO PORTUGUES: O REI COMO FONTE DE JUSTIÇA NAS CRÔNICAS DE FERNÃO LOPES

Nossa preocupação, nesse trabalho, foi a de estudar o comportamento dos reis, no que concerne à aplicação da Justiça, baseados nas crônicas de Fernão Lopes.

Ver

Crônicas: Educação, Cultura e Sociedade

O livro ora apresentado é um apanhado de 104 crônicas, algumas de 1978 e a maioria escrita a partir de 1995 até a presente data. O tema Educação compõe-se de 56 crônicas, outras 16 são relatos descrevendo fábulas ou estórias oriundas da cultura italiana, e os emas Cultura e Sociedade compreendem, cada um, 16 crônicas.

Ver

Crônicas: globalização, neoliberalismo e política

Esta obra foi editada em 2011 pela Editora da UFGD e reune 99 crônicas escritas principalmente nos últimos quinze anos, versando sobre a globalização, o neoliberalismo e política

Ver

[2009] EDIFICANDO A NOSSA CIDADE EDUCADORA

Esse trabalho tem três objetivos principais, cada qual contemplado em uma das três partes do livro, como se verá adiante. O primeiro é oferecer ao leitor algumas reflexões sobre temas que ocupam o nosso dia-a-dia; o segundo é divulgar os vinte princípios das Cidades Educadoras e, finalmente o terceiro, é tornar público o projeto que nos orienta na transformação de Dourados em uma Cidade Educadora e mostrar os primeiros passos para a operacionalização desse projeto.

Ver

[1998] Até aqui o Laquicho vai bem: os causos de Liberato Leite de Farias

Ao refletir sobre a importância do contador de causos/narrador para a preservação da cultura, percebe-se que cada vez menos pessoas sabem como contar/narrar, com a devida competência, as experiências do cotidiano. Por quê? Para Walter Benjamin, as ações motivadoras das experiências humanas são as mais baixas e aterradoras possíveis em tempos de barbárie; as nossas experiências acabam parecendo pequenas ou insignificantes diante da miséria e da fragmentação humana, numa constatação que extrapola os espaços nacionais.

Ver

[1991] O MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL: 1978 - 1988

Momentos de grandes mobilizações têm teito do professorado de Mato do Sul a vanguarda do movimento sindicalista deste Estado. Este fato motivou a realização deste trabalho, que teve como proposta inicial analisar criticamente o movimento reivindicatóno do magistério de Mato Grosso do Sul, na perspectiva de revelar-lhe, tanto quanto possível, o perlil de luta, ao longo de sua palpitante trajetória em busca de melhorias salariais, estabilidade empregatícia e melhoria da qualidade do ensino.

Ver

Contato

Informações de Contato

biasotto@biasotto.com.br