A retomada do projeto da ferrovia Dourados-Paranaguá

30/09/2017 às 07:04 hs

Se a memória não me falha o primeiro projeto para a implantação de uma ferrovia ligando Dourados ao Porto de Paranaguá foi elaborado no início da gestão do prefeito Luís Antonio Alvares Gonçalves (1983-1988), coordenado pelo professor Lauro Joppert Swensson

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Tudo o que acontece é para o bem. Será?

23/09/2017 às 12:48 hs

Enfadado com seus encargos o rei vai à caça com um escudeiro. Floresta adentro, o rei se arranha e lamenta-se. Não se preocupe, diz-lhe o escudeiro: “tudo o que acontece é para o bem”.

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Novo deus, novo Noé, nova esperança

16/09/2017 às 08:38 hs

Pairando no ar em forma de um smartphone flamejante, um novo deus apareceu para um novo Noé, e com voz firme, ainda mais retumbante que a do falecido radialista de Dourados, Cloe Fazano, anunciou que lhe daria superpoderes.

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Passagem pela Reserva

09/09/2017 às 18:25 hs

Refiro-me à estrada que liga Dourados a Itaporã, ou vice-versa, que é uma passagem obrigatória entre essas duas cidades. Quantas e quantas pessoas passam por essa estrada, algumas todos os dias, outras esporadicamente.

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Somos sujeitos da história ou objetos das circunstâncias?

02/09/2017 às 09:19 hs

Na história, assim como breitling replica watches nas religiões, existem várias concepções para explicar o que nos acontece. Uma delas é de que somos sujeito breitling fake watches da história, ou seja, eu, você, nossos filhos e netos, fazemos o acontecimento cartier replica uk histórico.

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Livros

2010: O ANO QUE NÃO ACABOU PARA DOURADOS

A obra ora apresentada é uma coletânea de crônicas publicadas em diversos meios de comunicação no ano de 2010. Falam, sempre com elegância e fluidez, de nossas vidas, de acontecimentos e de possíveis eventos em nosso país, especialmente em nosso município.

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MEDIEVO PORTUGUES: O REI COMO FONTE DE JUSTIÇA NAS CRÔNICAS DE FERNÃO LOPES

Nossa preocupação, nesse trabalho, foi a de estudar o comportamento dos reis, no que concerne à aplicação da Justiça, baseados nas crônicas de Fernão Lopes.

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Crônicas: Educação, Cultura e Sociedade

O livro ora apresentado é um apanhado de 104 crônicas, algumas de 1978 e a maioria escrita a partir de 1995 até a presente data. O tema Educação compõe-se de 56 crônicas, outras 16 são relatos descrevendo fábulas ou estórias oriundas da cultura italiana, e os emas Cultura e Sociedade compreendem, cada um, 16 crônicas.

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Crônicas: globalização, neoliberalismo e política

Esta obra foi editada em 2011 pela Editora da UFGD e reune 99 crônicas escritas principalmente nos últimos quinze anos, versando sobre a globalização, o neoliberalismo e política

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[2009] EDIFICANDO A NOSSA CIDADE EDUCADORA

Esse trabalho tem três objetivos principais, cada qual contemplado em uma das três partes do livro, como se verá adiante. O primeiro é oferecer ao leitor algumas reflexões sobre temas que ocupam o nosso dia-a-dia; o segundo é divulgar os vinte princípios das Cidades Educadoras e, finalmente o terceiro, é tornar público o projeto que nos orienta na transformação de Dourados em uma Cidade Educadora e mostrar os primeiros passos para a operacionalização desse projeto.

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[1998] Até aqui o Laquicho vai bem: os causos de Liberato Leite de Farias

Ao refletir sobre a importância do contador de causos/narrador para a preservação da cultura, percebe-se que cada vez menos pessoas sabem como contar/narrar, com a devida competência, as experiências do cotidiano. Por quê? Para Walter Benjamin, as ações motivadoras das experiências humanas são as mais baixas e aterradoras possíveis em tempos de barbárie; as nossas experiências acabam parecendo pequenas ou insignificantes diante da miséria e da fragmentação humana, numa constatação que extrapola os espaços nacionais.

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[1991] O MOVIMENTO REIVINDICATÓRIO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL: 1978 - 1988

Momentos de grandes mobilizações têm teito do professorado de Mato do Sul a vanguarda do movimento sindicalista deste Estado. Este fato motivou a realização deste trabalho, que teve como proposta inicial analisar criticamente o movimento reivindicatóno do magistério de Mato Grosso do Sul, na perspectiva de revelar-lhe, tanto quanto possível, o perlil de luta, ao longo de sua palpitante trajetória em busca de melhorias salariais, estabilidade empregatícia e melhoria da qualidade do ensino.

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